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Mais gente na casinha

Tá… não são assim, gente, mas novos moradores. É a Fenda do Bikini!!!! Não dá pra ver, mas são três

 

eles ainda não têm nome, mas eu tô chamando do Moe, Larry e Curly

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Brincando de Casinha

Finalmente realizei dois desejos que vinha adiando por mil motivos.

colei meus adesivos de "frô" no quarto

 

pendurei meu Caciporé Torres que estava embalado ainda

 

Até quando?

Ontem chegamos ao que, espero, seja o limite para que providências urgentes sejam tomadas.

Estudante morre baleado dentro da USP

Há anos convivemos com a violência dentro do campus da USP de São Paulo, mas nos últimos meses o problema vem se agravando.

Na semana passada o motorista do MAC foi assaltado, dentro do carro oficial do Museu, dentro do campus. Foi abordado por dois homens armados. Enquanto um deles rendia o motorista, o outro arrebentou o vidro do lado do passageiro e roubou o GPS. E a gente ainda tem que agradecer por ele não ter sido ferido.

Na última terça feira uma das docentes do Museu teve seu carro roubado, a poucos metros do MAC e do prédio da Reitoria.

Os estupros chegam a ser lendários, como o caso do “Tarado da Rua do Matão”, entre outros, que atacou várias mulheres antes de ser finalmente preso.

O consumo de drogas acontece “a céu aberto”. Não precisa ser um cão farejador pra sentir a ‘maresia’ que toma conta de certos pontos.

A guarda do campus, além de visivelmente mal treinada (um segurança assistiu ao assassinato do estudante, mas não acionou a guarda ou a PM que fazia uma blitz dentro do campus), não usa armas e nem tem poder de polícia.

A cada vez que se cogita a  presença da PM dentro da USP, de maneira mais ostensiva, ouve-se um discursinho idiota sobre repressão. As pessoas estão morrendo aqui dentro e temos que conviver com essa idéia de que a Polícia é sinônimo de repressão de idéias e atitudes.

Quero saber o que pensarão os defensores dessa idéia quando estiverem do lado ‘errado’ de um revólver, ou quando algum de seus queridos for violentado ou assassinado aqui dentro.

 

UPIDEITE: O bom senso prevaleceu, a PM está guardando o campus, e novos soldados estão sendo treinados para lidar melhor com a população uspiana. Até que enfim!!!

8 anos

Eu sou capaz de matar, ou morrer, pra ver essa carinha feliz assim.

UPIDEITE: Fica, vai ter bolo!

O professor de teatro da Sofia leu este texto na hora da homenagem às mães. Achei a minha cara!

Homenagem a nós

Que vida louca levamos nós, mães modernas, mães do século 21, mães de filhos únicos, ou de muitos filhos que se tornam únicos pelo pouco tempo que conseguimos ter para cada um…
Que vida louca temos nós, que acordamos ao raiar do dia e saímos para o trabalho delegando a outras, que em casa deixam seus filhos também, que sejam as mães que nossos pequenos não tem …
Que vida louca temos nós que somos mães por telefone em tempo integral, que fazemos de nosso horário de almoço um momento para checar a lancheira, arrumar uniforme, fazer “Maria chiquinhas” e ter tempo de lembrar as antigas mães e mandar seu filho escovar os dentes…
Que vida corrida temos nós, cheia de horários marcados com momentos de ser mulher, mãe, amiga, esposa, profissional, namorada… somos muitas e as vezes não conseguimos ser tudo…
Vivemos uma rotina que rotina mesmo quase não tem , pois o dia é sempre um mistério para aquelas que tem filhos, afinal nunca sabemos se o dia que começou é o dia marcado para a dor de garganta chegar, ou para a prova surpresa de matemática, ou para briga com o amiguinho na escola, ou para pesquisa sobre o relevo que ele esqueceu de te avisar…
Sabemos apenas que vivemos assim….
Acordar… trocar de roupa para o trabalho, esperar pacientemente que sua secretária do lar não falte, olhar seu filho dormindo por mais alguns minutos e ter vontade de ficar com ele só por hoje um dia inteiro, sair de casa, despedir-se do filho e dar muitas ordens a empregada que a deixam perdida… ir para o trabalho, ser profissional, ser mulher moderna, ser guerreira, lutar pra vencer, fazer a diferença no mundo profissional…
Ligar ao longo do dia para marcar pediatra, fugir correndo do serviço para assistir a apresentação da escola no dia das mães, procurar alguém para buscar seu filho na escola porque hoje apareceu uma reunião e não tem como ir, e sempre acabar contando com a sua mãe para te fazer esse eterno favor…
Correr, preocupar-se, desdobrar-se vencer o dia, e ainda chegar em casa checar a tarefa, supervisionar o banho, fazer mil e uma perguntas sobre o dia de seu filho, sentir-se culpada por não ser mais presente, brincar, dar atenção, cantar uma música, ler uma história, assistir pela bilionésima vez o filminho da Disney e acabar adormecendo ali, na caminha de solteiro ou do lado do berço, cansada, mas realizada por ter sido por mais um dia MÃE…

Juliana Nunis

Dia das Mães, né?

Nova Mania

Olha o tamanho da pecinha... tô lokaaaaaa!!!!

ou “a arte de adicionar mais uma tarefa na ‘to do list'”