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Archive for maio \26\UTC 2010

Ainda Sobre Crianças

– Tuas crianças não são tuas crianças. Elas são os filhos da Vida que anseia por si.

Elas vieram através de ti mas não de ti, e a despeito de estarem contigo elas não te pertencem.
Tu podes dar-lhes teu amor mas não teus pensamentos, pois elas têm seus próprios pensamentos. Tu podes hospedar seus corpos mas não suas almas, pois suas almas habitam a casa do amanhã, que tu não podes visitar, mesmo em teus sonhos.

Tu podes empenhar-te para seres como elas, mas não tentes fazê-las serem como tu, pois a vida não caminha para trás nem coabita com o ontem.

Tu és o arco do qual tuas crianças, como flechas vivas, são impulsionadas. Arqueiro vede a marca sobre a trajetória do infinito, a ele te dobra com seu poder para que tuas flechas sigam velozes e para longe.

Deixes que a flexão na mão do arqueiro seja para o contentamento e a felicidade; Pois assim como ele ama a flecha que voa, Ele ama também o arco que seja firme.

Gibran Khalil Gibran “O Profeta” (trecho)

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It’s OK not to be OK

Tava aqui pensando na Sofia, em como ela é doce, carinhosa e companheira. Pensei também nos momento em que ela não é assim esse amorzinho e daí percebi que a gente espera demais dos outros e principalmente de si mesmo.

O ponto é, eu não posso esperar que a Sofia, eu, ou qualquer outra pessoa seja bacana, simpática, amorosa o tempo todo!!! E que isso é assim mesmo, todos somos assim, esperar qualquer coisa diferente disso é frustração na certa.

Parace tão óbvio, né? Mas em algum momento eu me esqueci disso, e não estava aceitando das pessoas nada menos que “to be OK” o tempo todo.

Mas ó… já lembrei que “it’s OK not to be OK”!

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Maravilha!

Minha Maravilha fez 7 anos

Que Maravilha

clica aqui pra ouvir a música

Jorge Ben Jor

Lá fora está chovendo
Mas assim mesmo eu vou correndo
Só prá ver o meu amor
pois Ela vem toda de branco
Toda molhada linda e despenteada, que maravilha
Que coisa linda que é o meu amor
Por entre bancários, jatomóveis, ruas e avenidas
Milhões de buzinas tocando minha harmonia sem cessar
Ela vem chegando de branco, meiga pura linda e muito tímida
Com a chuva molhando o seu corpo lindo
Que eu vou abraçar
E a gente no meio da rua do mundo
No meio da chuva, a girar, que maravilha
A girar, que maravilha
A girar

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Yeah, yeah, yeah

Tenho

Tenho! Um mundo de sensações
Um mundo de vibrações
Que posso te oferecer
Tenho! Ternura para brindar-te
Carícias para entregar-te
Meu corpo prá te aquecer…

Serão os dias mais felizes
Se vives junto a mim
Espero que decidas
É só dizer que sim…

Tenho! Mil braços para abraçar-te
Mil bocas para beijar-te
Mil noites para viver
Tenho! Um mundo que é côr-de-rosa
De coisas maravilhosas
Que tanto sonhavas ter…

Serão os dias mais felizes
Se vives junto a mim
Espero que decidas
É só dizer que sim….

(AHAHAHAHAHAHAHAHHAA)

Serão os dias mais felizes
Se vives junto a mim
Espero que decidas
É só dizer que sim…

Tenho! Mil braços para abraçar-te
Mil bocas para beijar-te
Mil noites para viver…
Sim! Sim! Sim! Sim!
Tenho! Um mundo que é côr-de-rosa
De coisas maravilhosas
Que tanto sonhavas ter
Sim! Sim! Sim! Sim!

Tenho! Mil braços para abraçar-te
Mil bocas para beijar-te
Mil noites para viver
Tenho! Um mundo que é côr-de-rosa
De coisas maravilhosas
Que tanto sonhavas ter…

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“RE-DÊ-CU-LO”

mas nem o Zyg ficava tão ridículo de roupa

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Roubei…

Roubei da Fal… na mão grande mesmo… porque eu venho lendo muito sobre História, e a Fal não poderia estar mais certa. A gente nunca prestou MESMO!

“Despertar o pior que há em mim (não queira, é um quadro horroroso) é começar qualquer frase com “Hoje em dia”. Hoje em dia o que, cara pálida? Quando, quando, quando, quando foi diferente? Quando nós fomos diferentes? Quando? Amemos o século XIX ou qualquer século que seja, pelos mais variados e belos motivos, tais como espartilhos, Melville e maiôs de perninhas, mas sem essa viagem que “antigamente não era assim”. A impressão que dá é que sempre fomos uns fofos meigos e, de repente, dez anos atrás, viramos uns monstros. Caras, a gente nunca prestou, nem na Suméria, nem na Idade Média, nem no meu amado século XIX, nem na Belle Epoque, que de belle não tinha nada.”

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Eu Adoro o Outono

mas ele tem efeitos colaterais desagradáveis

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