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Archive for junho \29\UTC 2006

O Príncipe e o Mendigo

Ontem conversei com um cara muito interessante. Faz o tipo intelectual. Gosta e sabe MUITO sobre o mesmo tipo de música que eu gosto. Faz Pós-Graduação. Aparentemente desimpedido (deu até um ?molinho?- para o qual me fiz de morta, obviamente). Mas… (tem sempre um ?mas?) vive do comércio informal, tem aquela cara de cachorro caído da mudança tão bem descrito no Mulheres com Legendas, que faz a gente se arrepender de ter olhado duas vezes. Fiquei com aquela impressão de que o mundo é feito de dois tipos de homens:

a) Aquele que te permite um padrão de vida mais, digamos, satisfatório, que paga a conta do restaurante, por exemplo. Em compensação ou é um troglodita semi-alfabetizado ou um canalha.

b) Aquele que é sensível, amável, companheiro (mesmo que isso signifique ficar em casa vendo futebol e querendo que vc se junte a ele). Em compensação, você sustenta o tipo, às vezes não só financeiramente, mas tem que sustentar emocionalmente também.

Eu tenho uma forte atração pelo tipo b. Fazer o que? Acho que ainda não nasceu o a/b.

Depois do comentário da Bárbara, sou obrigada a corrigir a última frase.
Talvez o a/b tenha nascido sim, mas só uma Mothern como a Bárbara, ou a Dinha, a Nonô, a Maria João e tantas outras (me desculpem as que eu não lembrei) poderão mantê-los assim. A geração da Sofia agradece.

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Deus não tem pressa

Apesar de católica por batismo, não frequento qualquer religião. Tenho uma tremenda fé em Deus e mais que isso, agradeço a ele por tudo o que tenho e por todas as suas bençãos e eu e meus queridos recebemos. Visitei o Meu Garimpo de Amor, dedicado à adoção, e vi esse texto que fala sobre o tempo das coisas. Gostei e repito aqui.

Você já se deu conta de que Deus não tem pressa? A pressa é um dos maiores males dos tempos modernos. É como se a humanidade desejasse acelerar os acontecimentos num período de tempo muito curto. E a educação das nossas crianças não foge à regra.
Quando nosso filho procede com infantilidade aos cinco anos de idade, por exemplo, dizemos: ?por que não se comporta como um homenzinho??
Qualquer pessoa sensata sabe que ele não é um homenzinho. Mas queremos que a criança aja como adulto, não porque seja bom para ela, mas porque é conveniente para nós. Talvez não porque achemos isso certo, mas porque estamos impacientes.
Roubamos os nossos filhos quando os fazemos atravessar às pressas a infância. Também a nós logramos porque perdemos a oportunidade de nos deixar contagiar pela sua inocência, sua curiosidade espontânea, sua admiração natural, sua alegria sem restrições.
Muitas vezes a nossa impaciência impede o desenvolvimento de grandes inteligências e de grandes almas, porque esquecemos de que a assimilação do bem é um processo lento.
Certa vez um pai perguntou ao diretor de uma universidade se o currículo escolar não poderia ser simplificado para que seu filho pudesse ?ir por um caminho mais curto?.
– Sem dúvida, respondeu o educador. Tudo depende, porém, do que o senhor queira fazer do seu filho. Quando Deus quer fazer um carvalho, por exemplo, leva cem anos. Quando quer fazer uma abóbora, precisa apenas de três meses.
É comum nos esquecermos de que as engrenagens das nossas vidas estão interligadas com as do Criador. Assim sendo, como os dentes das engrenagens dos planos de Deus são mais fortes do que os das nossas, quando aceleramos mais que Deus, as nossas se quebram. E por essa razão, cansamo-nos, despedaçamo-nos.
A natureza nos oferece muitas indicações de que o nosso ritmo alucinado não é normal.
Quando saímos dos lugares superlotados, fugimos dos horários e andamos por entre as árvores que crescem devagar e as montanhas silenciosas que parecem estar sempre tranqüilas, absorvemos um pouco da serenidade e da calma da natureza.
No entanto, não devemos confundir paciência com passividade, inércia, e esperar que tudo seja feito por nós. Paciência é determinação de começar cedo a empregar o tempo para realizar coisas úteis.
A melhor ilustração de tudo isso pode ser o caso da menina que disse à mãe logo depois que uma senhora de cabelos brancos saiu de sua casa: ?se eu pudesse ser uma velha assim, tão simpática e tão boazinha, não me importaria de envelhecer?.
– Está muito bem, respondeu a mãe. Se você quer ser uma velha assim, convém começar desde já, pois ela não ficou assim às pressas.
Pense nisso!
O Sol leva todo o tempo que lhe é necessário para nascer e se pôr. Não é possível apressá-lo.
O gelo no lago se derreterá quando a temperatura do ar for apropriada.
As aves migratórias chegarão e partirão quando estiverem prontas para isso.
Até as invenções, sobre as quais o homem aparentemente exerce absoluto controle, só chegam no tempo próprio, quando a oportunidade amadureceu e a cultura está pronta para recebê-las.
Uma vez mais o Mestre de Nazaré tinha razão ao dizer: ?primeiro a erva, depois a espiga, e, por último, o grão cheio na espiga?.
Quis com isso dizer que tudo vem a seu tempo, sem pressa nem desespero.
Pensemos nisso!
(Redação do Momento Espírita, baseado na revista Seleções do Reader?s Digest, fev/57.)

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O Poder Feminino

Somos mesmo poderosas, principalmente em se tratando de convencer o “macharal” a fazer o que a gente quer. A Sofia já está exercitando o poderzinho… vejam o diálogo.
_ Pai, agora deixa eu passar esse batom em você?
_ Mas eu não quero passar batom… eu sou menino… menino não passa batom…
_ Mas esse batom aqui é de menino, ó… é do Batman.

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Celebridade

Tava vistando a Fairuce e resolvi testar esse negócio de encontrar as celebridades que se parecem com você. O resultado está aí. Se cuida…. Latorraca!!

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Ser Mãe e dançar com ela, ouvindo o CD da trilha do filme Priscilla, Rainha do Deserto por quase uma hora e achar o máximo!!!

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Ser Mulher é ter consciência dessa condição desde muito cedo.
_ Mãe, vc é minha bebezinha (esmagando as minhas bochechas)
_ Sou sim… e você? O que é?
_ Eu sou “muler”, ué.

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Voltamos

Com força total para mais uma semana de blogadas a quatro mãos.

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